Cultura como política pública
A cultura é tratada como sobra de orçamento. Quem faz arte no Brasil trabalha sem contrato, sem previdência e sem previsibilidade, e é o primeiro a perder quando o dinheiro aperta. O que a periferia produz, do slam ao carnaval de rua, sustenta a vida cultural das cidades sem ter linha própria de financiamento federal.
Piso permanente para os pontos de cultura
Financiamento federal contínuo, com correção automática, no lugar do edital que aparece e some.
Instrumento Projeto de lei e emenda ao OrçamentoPrevidência e contrato para quem vive de arte
Reconhecer a atividade artística como trabalho, com vínculo e proteção previdenciária.
Instrumento Projeto de leiFomento próprio para as culturas de periferia
Slam, ballroom, hip-hop e carnaval de rua com linha de financiamento federal específica.
Instrumento Projeto de lei e linha orçamentária